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Ag�ncia Estado

 

Preços de metais podem cair no 3ºtri com recuo de importação da China

São Paulo - 10 de Junho de 2009

Agência Estado

Os preços futuros dos metais básicos podem recuar no terceiro trimestre de 2009 em meio a uma redução das importações chinesas. A provável queda na demanda global no período, que é tradicionalmente mais tranquilo para os metais, com a aproximação do verão no hemisfério norte, também pode pressionar as cotações, segundo o analista Kevin Norris, do Barclays Capital. O nível inesperadamente elevado de importações de cobre e alumínio pela China tem impulsionado os preços dos metais para máximas de vários meses desde o início do ano. Nesta quarta-feira, os futuros do cobre atingiram uma máxima de oito meses na London Metal Exchange (LME) a US$ 5.245,00 por tonelada, com o metal mostrando um avanço de 84% desde janeiro.

"É muito improvável que as importações de cobre da China, que foram expressivas no primeiro semestre, continuem tão elevadas na segunda metade do ano. O processo de construção de estoques estratégicos e ajuda à indústria doméstica (que motivaram as importações) já parece estar mais ou menos concluído", afirmou Norris. Como resultado do esperado declínio das importações chinesas no segundo semestre, as preocupações do mercado agora estão focadas na capacidade de manutenção do rali dos metais. "As importações serão reduzidas na segunda metade do ano. Por outro lado, a quantidade já importada tem sido crucial para evitar um acúmulo do excedente mundial. O excesso de oferta de metais não será tão grande quanto se esperava no começo de 2009", acrescentou o analista.

"Esperamos que uma recuperação em forma de "V" dure alguns meses. Depois disso, há dúvidas sobre a habilidade do mercado de sustentar uma recuperação." Já no longo prazo, a perspectiva para as commodities continua altista devido a atrasos em projetos do setor e ao fato de bancos estarem começando a emprestar novamente de forma lenta. Apenas em 2009, empresas como BHP Billiton, Xstrata e Freeport McMoRan cortaram cerca de US$ 30 bilhões em investimento de capital. "Provavelmente haverá mais problemas na oferta no longo prazo", disse Norris. "Nos próximos três a quatro anos, os preços das commodities podem ultrapassar preços recordes atingidos nos últimos dois anos."

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